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Posts Etiquetados ‘cerveja’

Stammtisch

25/04/2009 7 comentários

stammtisch

Azaftaszarden é o nome de um Stammtisch

Por aqui existem vários grupos de e cada um tem um nome. Nessa festa tão sui generis que só acontece no Brasil, eles se reúnem cada um em uma barraca, onde seus integrantes passam o dia comendo, bebendo rindo e cantando.

Cada grupo prepara seu próprio rango, que vai de churrasco a chucrute passando por cozidos, caldos, frituras e tudo mais que estiver a quilômetros de distância de saladas. Sim, saladas são para os fracos. São várias turmas reunidas, porem separadas, comendo e bebendo a valer.

Assim é o Stammtisch de Blumenau. E a festa é isso, pronto acabou.

Se você não faz parte de um dos grupos de Stammtisch não tem muitos motivos pra comparecer. Até pode comprar cerveja e alguma comida em uma ou duas barracas destinadas ao público, mas todos concordam que os “sem stammtisch” não tem muito que fazer por lá.

Hoje ele está acontecendo na Rua VXI – que é o xodó de todo Blumenauense, inclusive da Vera Fischer – bem no dia de maior movimento no comércio da sua rua mais famosa, os comerciantes são contra. Eles alegam que com a falta de banheiros a rua vira uma Bahia. Reclamam também que durante e após a festa acontecem inúmeros despejos de gordura nos bueiros (que coisa feia, heim?). Eles defendem que a festa seja realizada na Vila Germânica e eu, apesar de acha-los meio exagerados, sou obrigado a concordar.

stammtisch blumenau

Stammtisch em Blumenau

a dama do lago

11/07/2008 8 comentários

UPDATE: Agora sim, com o relato do evento oficial. Com a palavra, o vencedor.

Vamos falar de cervejas artesanais.

Ontem a Eisenbahn lançou os únicos 3000 litros da Dama do Lago, cerveja artesanal vencedora do “I Concurso Mestre Cervejeiro” promovido pela mais ousada e bem sucedida micro cervejaria brasileira, que não por acaso é minha vizinha (e onde vocês quase que certamente podem me encontrar todas as quintas).

dama do lago

O lançamento foi em São Paulo (onde eu não moro mais, pois agora sou vizinho da Eisenbahn, não se esqueçam) e eu não sei de mais nada além disso. O que importa mesmo é que eu tenho a minha.

livro negro

E como eu fiquei inspirado, já estou de posse do schwarze buch der oma (o livro negro da avó), todo deutsche, onde encontrei a cobiçada receita da secreta e autêntica Cerveja de Gengibre de Brusque (Brusque Gengibre Bier), cobiçadíssima por cervejeiros premiados, mas que só eu tenho. Aham… agora vai heim, logo vocês conhecerão o Indiana Bier, arqueólogo cervejístico artesanal de Indaial.

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oktoberfest… im himmel gibt’s kein bier

15/10/2007 29 comentários

oktoberfest

“Im Himmel gibt’s kein Bier, drum trinken wir es hier”
(“No Céu não há cerveja, portanto bebemos-as aqui” antigo provérbio alemão)

Voltar de viagens sempre é uma coisa que eu tento evitar até o último minuto, voltar de uma viagem pra casa da Bianca é mais complicado ainda, voltar de uma viagem em pleno Oktoberfest é coisa de gente doida. Mas como eu nunca fui muito normal, voltei.

Me diverti como um bom turista, com direito a canecos pendurados e chapéu de gnomo. O Oktoberfest é uma festa muito bacana, principalmente pra quem gosta de cerveja, se você não gosta, vá pra Poços de Caldas.

Tudo bem que nas quartas e sábados tem o desfile das tradições na avenida principal de Blumenau que é lindo de chorar, mas se você não gosta de cerveja, pense se não vale mais a pena ir pra Águas de Lindóia ou alguma outra estância hidrotermal.

À noite a Vila Germânica, onde acontece à festa propriamente dita fica lotadássa e os pavilhões ficam bombando. Na sexta o público estava menor, mas no sábado eu calculei umas 100 mil pessoas. Tanta gente, tanta cerveja e não presenciei nenhum problema de qualquer tipo, impressionante.

Pra não dizer que não vi nenhum incidente, num dia de manhã eu vi um cara que tinha bebido um pouco mais caminhando cambaleante empurrando a sua bicicleta, em certo momento a bicicleta caiu de lado e o sujeito esbravejou balbuciante com aquele sotaque embriagado: “Você nunca mais vem comigo.”

Cada pavilhão tem um palco onde se revezam bandas do brasil e da Alemanha, nós praticamente ficamos em um pavilhão só, o das Cervejarias Artesanais.

Nos encontramos com o Daniel Bender, um blogger gente fina tomador de cerveja e a sua família. Queridão, quando a gente marca, a gente aparece, muito legal conhecer vocês.

O Kaiser Wilhelm certa vez disse “Me dê uma mulher que ama cerveja e eu conquistarei o mundo!”, eu já tenho a minha, agora preciso bolar um plano. Sinto-me pressionado.



a gente chegamos e começamos


mas não exageramos


vai buscar uma cerveja lá mulér (rsrs)


na festa a parada é de profissional


agora eu só preciso de um plano pra dominar o mundo


e nós vamos dominar o mundo


eu e o Daniel Bender


Eu e a Frida Neca


Bianca, eu e a Frida Neca


Bianca e a Frida Neca

eisenbahn… jägermeister… patos…

16/08/2007 26 comentários

Estive fora no final de semana, estive sim. E praticamente a semana toda também. Senti falta de visitá-los, mas… c’est la vie.

No final de semana tinha deliciosas festas pra ir láááá em Indaial, festa de aniversário de uma querida amiga, e Festa da Colheita no Warnow, com direito a ponte pênsil. Indaial é terra boa, de gente bacana, paisagens incríveis, é terra dela.

Depois de comer uma delícia de lombo suíno assadinho na churrasqueira pelo sogrão, começamos a seqüência de eventos, e começamos enchendo a cara. Eisenbahn, uma das melhores micro-cervejarias do brasil, várias cervejas excelentes, também rankeadas entre as melhores. Ambiente simples e divertidíssimo, ótima companhia e muitas fotos. Fomos formidavelmente convidados pela guia Luciana para conhecermos a produção e eu fui autorizado (em verdade, incitado, porque eu nem queria) a tomar cerveja direto da torneira do tonel de fermentação. Claro que ela estava pronta para o envase (não que isso realmente me importasse). De tanto tomar cerveja acabei ganhando 2 copos comemorativos. Formidável (além de formidável, muuuuuito barato, cerveja excelente e muuuuito barata, mas não contem pra eles).



a gente chegamos e começamos


minutos depois


outros minutos (olhem a minha camiseta inglesa de pubs)


e chega de mixaria


a gente tem o dia todo…


e cinco anos depois….

Já meio breacos, eu e a Bianca fomos nos arrumar para o grande evento e motivo secundário da viagem, o aniversário de 30 anos da Joyce. E se não fosse esse evento teríamos passado a noite bebendo Dunkel. Preciso arrumar uma casa pra morar ao lado da Eisenbahn. Já pensaram como seriam os meus dias? A festa tava uma delícia. Não dá pra comentar muita coisa de festas assim sem denunciar o comportamento etílico de uns e outros, então deixo as fotos falarem por mim.



Bianca Joyce Liliane


clap clap clap


sim, nos nos amamos a nós mesmo


e um ao outro


mas aí ela chega com essa bebida “alemom”


esse bebida “alemom” heim

Depois de pouco dormir, chega o dia dos pais e a Festa da Colheira no bairro Warnow, nas cercanias de Indaial. Ganhamos de tudo na brincadeira do aviãozinho, desde um pato vivo (tá, foi mancada, mas não tiramos fotos do pato) até jogo para banheiro, passando por vaso de morangos ornamentais, potes de pepino, radinhos à pilha, novelos de lã, baldes… terminando com repolhos, nabos e mandiocas… gigantes. Também comi pato assado com um recheio que não consegui falar o nome, a Bianca logo vêm me socorrer.



depois da ponte pênsil, Warnow


uma jarra de cerveja diferente


July e Keko indo prontos para praia


uhuuu quantos prêmiooosss


sem comentários, please


ó o sogrão Schubert (o pepino não é ilação)

Mais que agradecer pela hospitalidade sempre acima de qualquer necessidade, hospitalidade demonstrada em cada sorriso, em cada piada, em cada cerveja oferecida (opa!), preciso agradecer a Bianca por existir na minha vida, por me dar momentos tão nossos, por me compreender, por me ajudar, por concordar comigo depois de uma breve discussão sobre qualquer coisa (mentira, ela só finge que sou eu quem nada, rss).

Assim sendo, mais uma vez, espero voltar logo e fazer tudo (mesmo) novamente, exceção é claro, da festa de 30 anos da Joyce.

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gilósofia de boteco de santo

14/06/2007 38 comentários

Ontem foi dia de Santo Antonio, eu e a Bianca fomos no botequim Santo Antonio aqui ao lado de casa, tivemos a brilhante idéia de ir beber cada dia no boteco com o nome do santo do dia. A cidade onde eu moro tem isso de bom, vários botecos com nome de santos, ou não. Hoje é dia da Santa Iolanda, ela nasceu na Boêmia, isso me deu uma idéia.

Estávamos bebendo e entres outros assuntos falamos da gasolina adulterada. Não sei se na sua cidade tem gasolina adulterada, mas na porcaria da cidade onde eu moro tem. Começamos com Norteña, passamos para Kronbacher Pils, fomos até a Therezópolis Gold (a melhor da noite) e voltamos à Norteña. A Bianca faz cerveja em casa, eles têm diversas receitas alemãs, a última foi uma de gengibre, ela aparece aqui em casa com as garrafas fechadas com rolhas e arame, muito chique. Depois me perguntam porque eu bebo.

Aqui, quando a fiscalização encontra um posto vendendo gasolina adulterada – e ela encontra vários todos os dias – o multam, cancelam (ou suspendem, não sei) a sua inscrição estadual e lacram as bombas (gas pump). Quando os fiscais viram as costas os proprietários criminentos quebram os lacres e tudo volta a ser como era antes. Sempre tem pocotó que adoooora preços preocupantemente baixos. Eu acho que se o posto vende gasolina adulterada a preços muito baixos tudo bem, ele vai foder com gente mais idiota que eu, que não abasteço em postos com preços baixos. O problema é quando ele vende a merda da gasolina adulterada ao preço de gasolina dentro do padrão, aí eu posso me dar mal. Minha dica é abastecer sempre no mesmo posto.

Gasolina e seus preços é como cerveja. Com a Bianca enquanto bebíamos falávamos sobre a Reinheitsgebot. Acho que a preocupação do pocotó médio passa bem longe da Reinheitsgebot. Seu controle de qualidade é composto de 2 importantes itens: se ele pode ou não pagar pela cerveja, essa é a sua primeira preocupação; E se existe mais de uma marca pela qual ele possa pagar. Se tiver mais de uma marca então ele se considera um “entendido de cerveja”, pode até dizer que uma é melhor que outra e que ele tem as suas preferências. Se existisse somente uma marca pela qual ele pudesse pagar então ele seria um pobre diabo. Essa é a beleza da democracia, você toma umas 4 cervejas de verdade em bons copos, em seguida pede um chopp brahma, levanta uma sobrancelha e já pode escrever um texto assim.

Eu tava ouvindo um cabeção desse assunto de fiscalização de gasolina sendo entrevistado pelo aprendiz de Ratinho da CBN, o cabeção dizendo que a solução seria a retirada das bombas no ato da autuação do posto, assim ele não poderia mais vender o combustível adulterado.

Mas o cabeção disse que essa seria a solução ideal somente se os fiscais tivessem estrutura pra retirar, além das bombas, a gasolina adulterada dos tanques subterrâneos dos postos criminentos. O problema é que se o cara não pode vender a gasolina adulterada ela acaba sendo abandonada nesses reservatórios. Uma vez que ela vaze pode causar contaminações e até explosões catastróficas blá blá blá…. uma situação preocupante.

No próximo parágrafo eu vou tentar ser bem didático, 0k?

Então eles não retiram as bombas; Porque eles não têm como esvaziar os tanques subterrâneos. Bom, qualquer idiota como eu chega à brilhante conclusão de que os fiscais querem que os postos vendam a gasolina adulterada dos tanques para idiotas como nós, já que eles não podem tirar ela de lá, alguém tem de fazê-lo. Sempre acreditei na igualdade das pessoas, mas umas são mais idiotas, outras menos, qual o seu grupo?

Bebemos e fomos embora pouco antes do final do primeiro tempo da partida do football. Foi o jogo do Boca Juniors e do Grêmio. Eu não tenho nada contra argentinos ou gaúchos, minha teoria sobre povos é bem pessoal. Tinha 2 argentinos no bar, vestidos com camisetas da sua seleção e jaquetas do Boca. No que aconteceu o primeiro gol (do Boca) os 2 pularam e festejaram. Os pocotós presentes, e eram muitos, continuaram bebendo, comento e conversando como se nada tivesse acontecendo. Na verdade não tinha ninguém torcendo pelo Grêmio, acho que eram todos paulistas. Paulista não torce por time argentino, mas também não se compromete com times gaúchos, numa situação como essa prefere fazer de conta que não tem nada acontecendo.

Lembrei que ainda de tarde, ouvi a entrevista de uma mulher que tava na Argentina e falava sobre o estádio do Boca, o tal La Bombonera, eu nunca tinha ouvido falar dele. Eu não gosto quase nada de football, acho um desporto chato, mas fiquei cheio de vontade assistir um jogo do Boca com aquele time rival dele que eu nem sei o nome (rival seria River?) lá no La Bombonera, a Bianca achou legal. Depois podíamos sentar num bar e tomar vinho chileno, porque eu (ainda) não gosto do vinho Argentino. Agora pela manhã eu tava ouvindo sobre o resultado do game e quando o José Carlos do Amaral K. ia começar seu comentário o telefone tocou e eu precisei atender, merda, eu tenho certeza que ele enxovalhou o grêmio.

Hoje cedo vi o resultado do jogo, a Bianca disse que deveríamos ter ficado no bar até o game acabar, os 2 argentinos certamente pagariam 3 rodadas de chopp para os pocotós presentes (nós inclusos) e os gaúchos presentes pagariam 0 (zero) rodadas.

Eu ia gostar de ouvir o comentário do K. quando o telefone tocou, porque não gosto muito de football, e tenho uma teoria muito pessoal sobre povos.

Esse texto já era pra ter chegado ao fim, mas acabei de ouvir que o lula pediu para os pocotós votarem no cristo redentor (aquela estátua lá do rio) para uma das maravilhas do mundo. To vendo campanha no rádio sobre isso, várias pessoas empenhadas em conseguir votos, o meu entre eles. Eu não voto. Eu não acho que a estátua é uma das maravilhas do mundo, o rio amazonas (entre outras coisas) é mais maravilhoso que a estátua. Mas tudo bem, se alguém achar que ela é maravilhosa vai lá e vota, eu não voto. O lula também disse que falamos mal do próprio país, eu não falo mal do brasil, gosto dele. Vejo um só problema com ele, é um país muito grande, muito cheio de brasileiros, pocotós.

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sinceridade de gambá

18/04/2007 32 comentários

Uma semana antes do feriado da páscoa eu precisei dar uma rápida passada num pronto socorro. Queria que alguém me receitasse umas pirulinhas. Eu tinha uma receita antiga onde estava anotado o nome, mas o cão Ozzy comeu a receita.

Bom, a médica do hospital quis saber qual era a minha enfermidade, expliquei e completei contando que não era sempre que acontecia, mas que somente as vezes quando eu bebia muito me sentia daquele jeito, corria na farmácia com a minha antiga receita, comprava os comprimidos e beleza, tudo se resolvia em menos de 24hs. Segue parte do diálogo:

Junior: Nos últimos dias eu tenho bebido feito um gambá.
Dra.: Nossa! Eu nem sabia que gambás bebiam.
Junior: Eu nunca bebi com um gambá, mas de onde eu vim, a turma costuma dizer que os gambás bebem pra caramba.

Impressionantemente a doutora não conhecia a tal da little pill, até consultou alguns colegas do plantão e nada de algum beneditto conhecer as tais pirulinhas milagrosas. Mais uma parte do diálogo:

Dra.: Bom, então agora você vai tomar um antiinflamatório.
Junior: Ãhn? AntiWhatWhen?
Dra.: Aqui, onde mais?
Junior: Injeção?
Dra.: (Só me olhou, espremeu os olhos com uma sobrancelha levantada)
Junior: Mas de jeito-maneira-alguma, eu não tomo injeção nem em troca de uma garrafa de Jack Daniels (psicologia reversa, mas infelizmente ela não caiu nessa). Moça, quando eu era militar precisei tomar a antitetânica sentado porque o enfermeiro disse que seria menos desmoralizante que desmaiar na frente da minha tropa (todos tomavam a vacina em pé). Ele disse isso só de olhar pra minha cara aterrorizada de terror. Olha, eu sinceramente esperava que no século 21 a medicina tivesse evoluído no sentido de encontrar uma maneira menos arcaica e invasiva de ministrar os medicamentos intravenais, isso é um absurdo e ninguém faz nada. (Vou pular a parte em que ela tenta me convencer de que esse método é praticamente um milagre da ciência.)
Dra.: Tudo bem (me olhando com uma cara que eu nunca vou esquecer). Voltando ao seu medicamento, você vai tomar esse remédio aqui.
Junior: E o antiinflamatório? Quer que eu tome umas pirulinhas de voltarem? Essa eu tenho na minha caixa de pirulinhas.
Dra.: Não, do jeito que você tem bebido feito um gambá é melhor mesmo não tomar antiinflamatórios.
Junior: Ahhh então quer dizer que entre antiinflamatórios e umas geladinhas as geladinhas ganham não é mesmo?
Dra.: Pelo menos as geladinhas são mais gostosas né.
Junior: :?8O:idea::twisted: … 8)

Foi exatamente aí que eu pensei em escrever sobre o gene 5HTT, mas acabou saindo isso, quer dizer, eu não levo mesmo muito jeito pra escrever sobre coisas científicas. Mas espero sinceramente que me perdoem por ter os 5HTT curtos.

Ahhh quase ia me esquecendo, eu instalei o Akismet há alguns meses, bom, eu recebia uma cacetada de spam por dia, depois da instalação o Akismet tem barrado mais que o triplo do que eu recebia. Qual a minha brilhante conclusão?

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