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Stammtisch

25/04/2009 7 comentários

stammtisch

Azaftaszarden é o nome de um Stammtisch

Por aqui existem vários grupos de e cada um tem um nome. Nessa festa tão sui generis que só acontece no Brasil, eles se reúnem cada um em uma barraca, onde seus integrantes passam o dia comendo, bebendo rindo e cantando.

Cada grupo prepara seu próprio rango, que vai de churrasco a chucrute passando por cozidos, caldos, frituras e tudo mais que estiver a quilômetros de distância de saladas. Sim, saladas são para os fracos. São várias turmas reunidas, porem separadas, comendo e bebendo a valer.

Assim é o Stammtisch de Blumenau. E a festa é isso, pronto acabou.

Se você não faz parte de um dos grupos de Stammtisch não tem muitos motivos pra comparecer. Até pode comprar cerveja e alguma comida em uma ou duas barracas destinadas ao público, mas todos concordam que os “sem stammtisch” não tem muito que fazer por lá.

Hoje ele está acontecendo na Rua VXI – que é o xodó de todo Blumenauense, inclusive da Vera Fischer – bem no dia de maior movimento no comércio da sua rua mais famosa, os comerciantes são contra. Eles alegam que com a falta de banheiros a rua vira uma Bahia. Reclamam também que durante e após a festa acontecem inúmeros despejos de gordura nos bueiros (que coisa feia, heim?). Eles defendem que a festa seja realizada na Vila Germânica e eu, apesar de acha-los meio exagerados, sou obrigado a concordar.

stammtisch blumenau

Stammtisch em Blumenau

oktoberfest… im himmel gibt’s kein bier

15/10/2007 29 comentários

oktoberfest

“Im Himmel gibt’s kein Bier, drum trinken wir es hier”
(“No Céu não há cerveja, portanto bebemos-as aqui” antigo provérbio alemão)

Voltar de viagens sempre é uma coisa que eu tento evitar até o último minuto, voltar de uma viagem pra casa da Bianca é mais complicado ainda, voltar de uma viagem em pleno Oktoberfest é coisa de gente doida. Mas como eu nunca fui muito normal, voltei.

Me diverti como um bom turista, com direito a canecos pendurados e chapéu de gnomo. O Oktoberfest é uma festa muito bacana, principalmente pra quem gosta de cerveja, se você não gosta, vá pra Poços de Caldas.

Tudo bem que nas quartas e sábados tem o desfile das tradições na avenida principal de Blumenau que é lindo de chorar, mas se você não gosta de cerveja, pense se não vale mais a pena ir pra Águas de Lindóia ou alguma outra estância hidrotermal.

À noite a Vila Germânica, onde acontece à festa propriamente dita fica lotadássa e os pavilhões ficam bombando. Na sexta o público estava menor, mas no sábado eu calculei umas 100 mil pessoas. Tanta gente, tanta cerveja e não presenciei nenhum problema de qualquer tipo, impressionante.

Pra não dizer que não vi nenhum incidente, num dia de manhã eu vi um cara que tinha bebido um pouco mais caminhando cambaleante empurrando a sua bicicleta, em certo momento a bicicleta caiu de lado e o sujeito esbravejou balbuciante com aquele sotaque embriagado: “Você nunca mais vem comigo.”

Cada pavilhão tem um palco onde se revezam bandas do brasil e da Alemanha, nós praticamente ficamos em um pavilhão só, o das Cervejarias Artesanais.

Nos encontramos com o Daniel Bender, um blogger gente fina tomador de cerveja e a sua família. Queridão, quando a gente marca, a gente aparece, muito legal conhecer vocês.

O Kaiser Wilhelm certa vez disse “Me dê uma mulher que ama cerveja e eu conquistarei o mundo!”, eu já tenho a minha, agora preciso bolar um plano. Sinto-me pressionado.



a gente chegamos e começamos


mas não exageramos


vai buscar uma cerveja lá mulér (rsrs)


na festa a parada é de profissional


agora eu só preciso de um plano pra dominar o mundo


e nós vamos dominar o mundo


eu e o Daniel Bender


Eu e a Frida Neca


Bianca, eu e a Frida Neca


Bianca e a Frida Neca

eisenbahn… jägermeister… patos…

16/08/2007 26 comentários

Estive fora no final de semana, estive sim. E praticamente a semana toda também. Senti falta de visitá-los, mas… c’est la vie.

No final de semana tinha deliciosas festas pra ir láááá em Indaial, festa de aniversário de uma querida amiga, e Festa da Colheita no Warnow, com direito a ponte pênsil. Indaial é terra boa, de gente bacana, paisagens incríveis, é terra dela.

Depois de comer uma delícia de lombo suíno assadinho na churrasqueira pelo sogrão, começamos a seqüência de eventos, e começamos enchendo a cara. Eisenbahn, uma das melhores micro-cervejarias do brasil, várias cervejas excelentes, também rankeadas entre as melhores. Ambiente simples e divertidíssimo, ótima companhia e muitas fotos. Fomos formidavelmente convidados pela guia Luciana para conhecermos a produção e eu fui autorizado (em verdade, incitado, porque eu nem queria) a tomar cerveja direto da torneira do tonel de fermentação. Claro que ela estava pronta para o envase (não que isso realmente me importasse). De tanto tomar cerveja acabei ganhando 2 copos comemorativos. Formidável (além de formidável, muuuuuito barato, cerveja excelente e muuuuito barata, mas não contem pra eles).



a gente chegamos e começamos


minutos depois


outros minutos (olhem a minha camiseta inglesa de pubs)


e chega de mixaria


a gente tem o dia todo…


e cinco anos depois….

Já meio breacos, eu e a Bianca fomos nos arrumar para o grande evento e motivo secundário da viagem, o aniversário de 30 anos da Joyce. E se não fosse esse evento teríamos passado a noite bebendo Dunkel. Preciso arrumar uma casa pra morar ao lado da Eisenbahn. Já pensaram como seriam os meus dias? A festa tava uma delícia. Não dá pra comentar muita coisa de festas assim sem denunciar o comportamento etílico de uns e outros, então deixo as fotos falarem por mim.



Bianca Joyce Liliane


clap clap clap


sim, nos nos amamos a nós mesmo


e um ao outro


mas aí ela chega com essa bebida “alemom”


esse bebida “alemom” heim

Depois de pouco dormir, chega o dia dos pais e a Festa da Colheira no bairro Warnow, nas cercanias de Indaial. Ganhamos de tudo na brincadeira do aviãozinho, desde um pato vivo (tá, foi mancada, mas não tiramos fotos do pato) até jogo para banheiro, passando por vaso de morangos ornamentais, potes de pepino, radinhos à pilha, novelos de lã, baldes… terminando com repolhos, nabos e mandiocas… gigantes. Também comi pato assado com um recheio que não consegui falar o nome, a Bianca logo vêm me socorrer.



depois da ponte pênsil, Warnow


uma jarra de cerveja diferente


July e Keko indo prontos para praia


uhuuu quantos prêmiooosss


sem comentários, please


ó o sogrão Schubert (o pepino não é ilação)

Mais que agradecer pela hospitalidade sempre acima de qualquer necessidade, hospitalidade demonstrada em cada sorriso, em cada piada, em cada cerveja oferecida (opa!), preciso agradecer a Bianca por existir na minha vida, por me dar momentos tão nossos, por me compreender, por me ajudar, por concordar comigo depois de uma breve discussão sobre qualquer coisa (mentira, ela só finge que sou eu quem nada, rss).

Assim sendo, mais uma vez, espero voltar logo e fazer tudo (mesmo) novamente, exceção é claro, da festa de 30 anos da Joyce.

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