de estudante a deputado, como?

No último texto, alguns leitores me lembraram da promessa que fiz de escrever textos mais curtos, bom, antes o meu limite era 2 páginas word, agora baixou para 1 ½ página. De fato, eu tava brincando quando falei sobre textos curtos e piadas, as piadas e histórias engraçadas eu deixo para mesa de boteco, deixo pra cozinha, preparando uma pasta para os amigos tomando um bom vinho. Eu sei que nos dias de hoje a maioria das pessoas não tem muito tempo pra ler, essa é a razão da diferença entre uns e outros. De qualquer forma eu vou insistir: Leia. Leia no banheiro, leia no ônibus (e sinta-se em New York igual a Silvia), seja lá onde for, quando for, leia. Hoje escreverei pouco porque quero que leiam também um outro texto.

E foi lendo que eu conheci um pouco mais das idéias da Manuela D’ Ávila, eleita deputada federal pelo RS, numa entrevista que ela concedeu ao Marcio Pimenta do Sextante, onde você encontra mais informações sobre a beldade do PCdoB.

Na entrevista, a quase deputada, bela que é, fala sobre o que até pode ser realidade, lá no rincão onde ela vive. Ela generaliza quando diz que o jovem não está alienado politicamente. A menina parece se basear no grande número de jovens que emitiram seus títulos de eleitor nesse ano, mas tirar título de eleitor não quer dizer ser politizado, no máximo mostra que o jovem quer parecer adulto. A analise da moça é uma besteira, das grandes, coisa pra ganhar voto de jovem. Aliás, eu sempre percebo que todos aqueles que vão na mídia elogiar a juventude brasileiropocotó são, ou políticos jovens atrás dos votos dos seus iguais, ou artistas que fazem sua arte para os jovens consumirem, isso faz sentido pra mim.

Os jovens estão alienados sim, entre diversas alienações a pior é a política.

Pode até dizer o contrario, quem convive com a minoria que freqüenta universidades, dizem que os universitários são politizados. São nada, não são mesmo. Dentro das universidades se discute política só na época de eleições, passado o pleito o jovem universitário nem sequer vai lembrar do nome de quem votou. Vem dizer que é politizado? O escambau.

Cadê a galera “engajada” politicamente pra ir às ruas protestarem no dia que inocentaram mais um sanguessuga? Cadê os estudantes politizados pra ir pras ruas no dia em que o próprio judiciário elevou seus salários acima do teto desrespeitando as leis? Onde estão os movimentos estudantis promovendo debates sobre o absurdo do desrespeito as leis como muito bem disse o Chico? Cadê? Que nada, nem sabem direito sobre essas coisas e nem querem saber, os jovens de hoje, Bléeh!! São o futuro da nação, os bundas sujas.

Hoje as carteirinhas de estudante são vendidas no Pizza Hut, vejam só o mercantilismo, se eu quiser, uma conhecida que trabalha com educação consegue uma de verdade pra eu poder pagar meia em “eventos culturais”, justo eu, que ironia. Eu não aceitei, mas gente muito próxima de mim aceitou e hoje é estudante nas bilheterias.

Houve um tempo em que as coisas eram diferentes, os estudantes lutavam por liberdade de expressão, lutavam pela democracia talicoisas coisetális, lutavam por um futuro mais justo para os seus filhos, mas não agora. Agora os filhos que receberam a liberdade e democracia (a justiça ainda não) “di grátis”, sem esforço próprio algum, esperam que ela um dia acabe, para então os filhos dos filhos voltarem a lutar por algo, é cíclico não é?

Existem exceções a esses jovens universitários? Claro que sim, raras como a jovem Manuela D’ Ávila, por ser diferente chegou à deputada. Jovem despolitizado, vira massa de manobra e fica se achando. Faz me rir.

Mudando de assunto, eu tava pesquisando alguma outra coisa e encontrei essa capa da veja, com os principais tópicos dos 2 candidatos de 89. A gente vê que o lulalelé defendia coisas como o paternalismo, os cargos políticos nas estatais, o calote da dívida com o FMI entre outras. Já o Collor, quer acabar com os privilégios dos políticos no governo, privatizar e acabar com o comércio de cargos dentro das estatais, abrir o mercado e vejam só, melhorar a distribuição de renda. Ai ai, parece que andamos pra trás.

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Publicado em brasil, cultura, política
32 comentários em “de estudante a deputado, como?
  1. Estaríamos (eu e você) convergindo para as mesmas idéias? 🙂

    A repercussão da entrevista não têm sido nada positiva para a deputada e o bom é que deixei claro o meu ponto de vista.

    O seu post está excelente e será citado no post que estou me vendo ser obrigado a fazer para a segunda-feira, após uma análise maior.

    Abraços Junior e este post foi realmente nota 10!

    P.S.: Sobre a capa da “Veja”, me deliciei com as “vantagens” de um governo Collor: “aumentar o bolo para dividir a renda” Hahahahahahahhaha!!!!

  2. Ana Paula disse:

    É muito louco mesmo… cada vez que eu penso mais no assunto, mais revoltada eu fico! Essa da carteirinha, outro dia uma conhecida recebeu POR E-MAIL um powerpoint da carteirinha de uma universidade pública do Rio, só pra vc alterar seu nome, imprimir e plastificar. Impressionante.

    E a notícia do dia, que o Judiciário acabou de colocar a reforma política no lixo? Tsc, tsc, tsc…. não tem mais jeito não.

  3. cilene disse:

    Coitado do Brasil que temos Lula e Collor pra lembrar…coitados dos jovens brasileiros que a maioria nao tem nem comida na mesa..como se politilizado?coitado do Brasil que vai vai vai…e nao chega a lugar nenhum…

  4. Andrea N. disse:

    Passando rapidinho pra te desejar uma Happy Friday! Beijo.

  5. Silvia disse:

    Nossa!!! que honra!! citada na Frigideira!! Junior, concordo com vc em quase tudo, principalmente que os jovens são alienados e que é preciso que se leia mais, muito mais. Por isso, nós que escrevemos devemos escrever mais, também. Muito mais. abs.

  6. Jr., sou louro, todas essas coisas ultrapassam o alcance de qualquer compreensão para os meus pequeninos neurônios… 😉

  7. Julia disse:

    Faz algun tempo que visito seu blog sem deixar comentario por falta de tempo motivado pela mudança de residencia.APRECIO OS ASSUNTOS que você expõe e espero poder voltar em breve por aqui.Hoje quero deixar registrado meus votos de Feliz NATAL E prospero ANO NOVO!Abrs

  8. Claudio disse:

    Arrumei uma frigideira para concorrer com a sua….hahahahha

    Passa lá no JCF.

    abração

  9. Júnior, mais uma vez sou obrigado a concordar com você. Mas, desta vez, faço isso com tom de infelicidade. Isso porque vivo o assunto que você trata no post.

    Tenho 18 anos e acabo de concluir o Ensino Médio. O que mais pude ver foram “jovens” que tiraram o título de eleitor apenas para dizer que têm, e faço coro com você e duvido que saibam em quem votaram. Eu sei em quem votei.

    O jargão é inevitável: é devido a isto que o nosso país não vai pra frente.

    *Cuidado, estás colocando o dedo na ferida. xD

  10. Valérie disse:

    Para mim, juventude politizada é puro markenting. Depois de de 1968, não vi nenhhum movimento que fosse realmente estudntil com propósitos reais e sem segundas intenções.

    Júnior, demoro vir aqui, mas AMO ler tudinho!

    beijão

  11. Dono do Bar disse:

    Entendi, esse papo de deixar piadas pro boteco foi uma referência ao meu Bar. Tudo bem. Também te odeio. kkk..brincadeira. Falando nisso eu tenho outro blog, chamado Bar da Rodoviária (http://www.bardarodoviaria.blogspot.com/) e que trata sobre política. Passa lá.

    Sobre a Manuela, que aliás conheço pessoalmente, digo que ela é uma grande oportunista (existe algum político que não é?) e soube aliar uma série de fatores que fizeram dela um fenômeno de votos aqui no Rio Grande do Sul. Nenhum desses fatores é lá uma grande coisa. Carisma, o fato de ser mulher e bonita (já vi melhores) ajudou bastante. Os seus santinhos eram bonecas parecidas com a Hello Kitty. Bem cuti-cuti, a moça.

    Um grande abraço.

    Ps: Lula te mandou um abraço.

    DB.

  12. Flávio disse:

    Clap, clap, clap. É difícil eu aproveitar um texto sem ressalvas… mas aconteceu com este! Agora, vou conhecer a Manuela… 😉

  13. DO disse:

    Nem tenho duvida que andamos pra tras,JUNIOR.Alias,a impressão que tenho é que estamos SEMPRe andando de ré em todos os sentidos.
    E concordo totalmente com vc qdo discorda da tal deputada leita . A grande maioria dos jovens não é politizada e,pior,não gostam do tema.
    Lembro-me que na minha epoca de faculdade,era só politica que se discutia na PUC. Se bem que era fim de ditadura,aparecimento de um torneiro mecanico como sindicalista,enfim…
    Quer saber,nem sei mais se eles tinham que perder saliva e neuronios com assunto tão irritadiço.
    Abração!

  14. Saramar disse:

    Junior, boa noite.
    Infelizmente, você está certo (?!). A maioria dos jovens modernos são realmente alienados e não apenas em relação à política. Eu diria mais, são estéreis, nada fazem, nada criam no campo das idéias porque nada têm na cabeça. Não os culpo integralmente. Eu creio que as razões dessa alienação estão na própria dinâmica da sociedade que privilegia a ação. Porém, no caso brasileiro, a educação (ou a falta dela) é a grande culpada. Há décadas, nas escolas, nossos jovens vêm sendo moldados nas teorias jurássicas do esquerdismo marxista e se tornam, cada vez mais, distantes do mundo, vivendo como sombras.
    Lembre-se sempre: o gulag intelectual é muito pior que o físico e é nele que nossos jovens vivem.

    beijos e obrigada pelo exagero lá no bloguinho.

  15. Aldemir Silva disse:

    Bom Junior. Quanto aos jovens, há algumas excessões e geralmente essas excessões são pessoas insatisfeitas que se limitam a ficar indignadas, mas têm seus motivos. O sistema está corroído, da base ao topo.

    Os movimentos estudantis, que tiveram sua importância há algumas décadas, hoje se resume a uma massa alienada, que não têm o mínimo de consciência de classe. Dentro das universidades se discute política sim, mas de maneira utópica ou superficial. Os movimentos não são indepentes. Sofrem com a infiltração de partídos políticos, que na surdina, coordenam tudo e acabam sendo mais um meio de inserir alguém à carreira política. Essa deputada vitada no texto é um exemplo disso. É sempre bonito, partidos terem sua ala jovem engajada(?). O DCE (Diretório Central dos Estudantes) hoje não faz nada mais que festas e distribuir carteirinhas. Pagas ou não.

    Sim, há causas para lutar, mas sinceramente me sinto imobilizado. Isso é terrível, querer e não poder. Ou será que posso e não quero?

    As coisas mudam? Mudam. Mas não sem quem as mudem.

  16. Carla disse:

    A política, como outros assuntos, nunca me convenceu. Jovens políticos, do tipo “ainda resta uma esperança”, também tenho muitas dúvidas a respeito. Como disse o Ademir, ai em cima: Se as coisas mudam? Bjus.

  17. Isso mesmo, Junior. Estudante de hoje é oportunista. Engajado? Nunca. Tb estranho não terem ido as ruas com os escândalos desse governo.
    Sou collorida naquele embate(risos)
    E aquela mãe? Ainda estou pensando o que teria feito os médicos pensarem em cocaina. Vai se descobrir a droga, espero.
    Tenho medo não. Não furo seu ouvido(risos)
    Liliane de Paula

  18. Tina disse:

    Junior:

    Definitivamente, andamos prá trás. Infelizmente. Futuro da Nação? Onde? Sei não…

    Beijos querido e boa semana,

  19. Matilda disse:

    “Ai ai, parece que andamos pra trás”.
    Parece?
    Beijos, :).

  20. André disse:

    O movimento estudantil é apenas a plataforma para se ganhar nome na política. Muitos não vão reclamar dos salários altos e da mamata dos representantes no governo porque querem um dia usufruir dos mesmos privilégios. E o blog dessa tal Manuela reflete o arcaísmo de suas idéias.

  21. dani F disse:

    Hahahaha
    Gaúsha sim, estudante,(de novo), sim.. Não são politizados..mesmo! tendem apenas a falar da boca prá fora. Ser esquerdas, para ser diferente, para ser do contra..apenas. vejo pelos colegas, pseudo-adultos, que apenas vestem a camisa dos partidos nas eleições..e olhe lá…
    Manuela..não sei suas propostas, acredito ser um produto do marketing político, e com foco determinado..o jovem. Seus slogan por aqui: ” E aí? beleza?”…Não parece bem retardada? Enfim..ela quer atingir o público que depois nem aí para a política. apenas esperarão a próxima eleição para voltarem a ser “esquerda- radicais- politizados- engajados”… tudo balela.
    beijo

  22. Lara disse:

    Ácido vc hein?
    Bem, alienados ou não, ainda são uma grande massa de manobra política!
    Eu não perco a esperança, tem muita gente lutando de verdade para melhorar o país…(eu acho) 🙂
    Boa tarde migo!!!
    Bju

  23. A maioria dos jovens realmente não entende e nem querem entender de política. Vejo muito disse na minha universidade, onde para muitos, discutir assuntos do diretório acadêmico de seu curso é perda de tempo.
    Beijos Jú!

  24. Roby disse:

    O problema dos textos longos são meus ricos olhos que vão enxergar tudo turvo..heheheheh
    Serio Juninho, na próxima semana terei consulta com um oftalmo…grandes leituras diante o PC estou terminantemente proibida.
    *
    Abraço grande amigo!

  25. Bruna disse:

    Oi Junior, desculpe meu sumiço, mas é que somente hoje voltei a ativa na internet e nas visitas! Respondendo sua pergunta de dias atrás (risos), a cirurgia dos olhos é rápida, em média 4-5 minutos, cada olho. Uma maravilha, né? 🙂

    Sobre o seu post. Concordo com você em cada palavra, o que tornaria meu comentário desnecessário, mas ainda assim queria falar a respeito. Primeiro: muita gente utiliza a palavra “alienação” sem saber o significado. Segundo: Jovem segue modismo. Principalmente os da idade de votar (afff!!! 16 anos!!! absurdo!!!). Se o modismo é falar de política, eles lêem a Veja da semana e pronto! Já se consideram politizados! Mas sair às ruas para protestar? Você está brincando né? Os movimentos estudantis só servem para arrecadar dinheiro emitindo carteirinhas de estudante (mas ah! você escreveu isso no parágrafo abaixo! – é que eu vou lendo e comentando… risos…)

    Bom, de fato, as coisas hoje são diferentes. E esta deputada, Manuela-bela (talvez por isso, deputada), comentou que “os jovens e as universidades são diferentes”. Achei fantástica a observação. Dá vontade de responder assim: Juraaaaaaaaa???

    Por fim, a capa velha (?) da Veja, não é que andamos pra trás, é que é cíclico, não é??? 😉 Adoro aqui. 🙂

    Beijos. Desculpe o post… risos…

  26. Flavia Sereia disse:

    Ai Junior, dá tanta tristeza ver e ouvir o que certos politicos anda fazendo e dizendo que dá vontade mesmo de ser alienado. Quando eu era não sofria tanto quanto agora, rá!

    bjs

  27. Dono do Bar disse:

    Acredita que eu mijei nos pés? Assim não dá. Nem pra mijar eu presto. Que papinho, hein? Mas já que você não posta, eu escrevo bosta.

    Abraços.

    DB.

  28. cilene disse:

    Nao tem post novo ..ou votar…rsrs

  29. […] Essa frase é um tapão naqueles que ficam com essa bobagem de esquerda e direita. É um tapão bem dado naqueles que ficam com essa masturbação de elite burguesa contra os pobres excluídos. Se liga pessoal, a verdade é que, ou vocês são muito velhos, ou muito novos. Cuidado com o que falam e publicam por aí, cuidado com as suas idéias baseadas na veja do final de semana, como a Bruna em um comentário no texto anterior. O próprio lulalelé é exemplo de quem cospe no prato que comeu. Passou a vida inteira se valendo de um discurso esquerdista convicto para gerar uma legião de seguidores pobres manipuláveis, mas agora, reeleito, diz que os da sua geração que permanecem de esquerda “tem problema” e que os jovens de esquerda de hoje vão mudar de idéia. […]

  30. catatau disse:

    Muito interessante essa capa da Veja, e as discussões q ela pode suscitar. Mas, não entendi: entre Lula X Collor e hoje, você disse que regredimos? Em que sentido? Fiquei curioso também a respeito do vínculo que vc encontra entre cabide de empregos e os ítens de Lula nessa capa da veja.

    Ótimo post e blog, continuarei acompanhando…

  31. Evilasio disse:

    Grande Junior,

    Eu acredito que, embora hoje em dia nosso cenário político possui muitas aberrações, os movimentos estudantis e de trabalhadores de antigamente conseguiam produzir algo de bom, ao contrário de hoje. Eu, particularmente, não conheço nenhuma liderança estudantil, e nem sei quem é o presidente da UNE.

    No tocante ao Collor, ele fez muitas besteiras, mas também muita coisa boa. Abriu a economia, e correu atrás de muito marajá. Agora, o problema dele foi o de não querer lidar com os adversários (como todos os outros o aprenderam a fazer, inclusive Lula). Se Collor tivesse cedido para os seus adversários, e não ter sido egoísta de achar que presidente governa sozinho, ele teria terminado seu mandato. Porque escândalos muito maiores ocorreram nos últimos tempos, e estamos aí até agora. FHC e a compra de votos pra reeleição, Lula e o seu mensalão.

    Mas eu não acho que regredimos. Apenas estamos aprendendo a fazer política ainda, e somos péssimos alunos. Se fôssemos ao menos medianos, iríamos às ruas e quebrávamos tudo, contra esse aumento dos parlamentares. Essa história de que quem vai pra rua protestar é vagabundo sem educação não existe. A Europa, que serve de modelo para o Brasil, é prova disso. Na França, quando tentaram mudar a lei do trabalhador, em 2005, o povo foi pra rua e quebrou geral. Os franceses são mal educados? Ou são, por muitos, os mais finos? E qual o resultado? A lei não foi modificada.

    Para o brasileiro, é mais cômodo ficar apontando pra TV e dizer que o país não tem jeito, do que ir às ruas e impor o nosso pensamento à força! Pra que, sair? E perder o próximo capítulo da novela da Globo? Nem pensar…

  32. […] Há algum tempo eu protestei contra a alienação política e social da juventude. Estou pensando se não seria ainda melhor se eles se mantivessem alienados, afinal. Alguns estudiosos sociais (ou sociólogos estudantis) defendem que o voto obrigatório contribui para o engajamento político do cidadão, jovem ou não. Besteira. Bullshit. […]

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