Como arrombar nossa cidadania

No final de ano saímos em viagem e quando voltamos descobrimos que a nossa casa havia recebido visitas indesejáveis. Sim, é verdade, o Crack chegou a Indaial (SC).

policia criminal

Eu poderia escrever por horas sobre cada detalhe desse episódio, desde a vizinha que algo viu, mas que de nada desconfiou, ao vizinho que prefere manter a sua cabeça enterrada para nada ver, passando é claro, pelo nosso C.S.I. Pocotó.

Vou poupar os vizinhos e falar um pouco sobre o CSI Pocotó.

Assisti a muitos episódios dos CSI, CSI Miami e NY, acostumei-me com investigadores minuciosos que nas cenas dos crimes recolhem material aparentemente inocente que talvez, com o decorrer das investigações possa ser útil. Reconheço que uma parte do que mostram nos seriados é exagero, ou que nem sempre é tudo aquilo, como queiram.

Mas no caso do nosso CSI, o exagero é ao contrário, aqui exageram na imperícia. O pobre tirou algumas poucas fotos com uma Mavica toda remendada com esparadrapo (sim, você leu direito), daquelas máquinas fotográficas digitais que gravavam as fotos VGA (600×460) em disquetes, se você não sabe do que eu to falando não se preocupe, isso provavelmente nem é do seu tempo, eu conheço porque tive uma. De qualquer forma seria mais bonito esboços desenhados a mão com carvão, ao invés dessas fotos.

Bom, marcas de sapato sujo de barro e bitucas de cigarro encontradas onde não deveriam? Nem isso chama atenção do nosso perito.

Na verdade, queridos leitores, você já viu algum caso de arrombamento e furto em residência sem vítima que a polícia tenha deslocado um perito de outra cidade em menos de 1 hora do boletim de ocorrência?

Sim, é verdade, pelos padrões investigativos da nossa polícia, essa pericia nem deveria ter acontecido. Só aconteceu porque alguém da família é amigo de um Delegado da cidade, que mesmo da praia tomou alguns “devidos providenciamentos” pra que acontecesse.

Mas então. Computadores e demais eletrônicos, já era. Outras coisas também “já era”. É meio foda, mas é assim.

Mas e aí? A polícia, alguns dias depois, prendeu alguns viciados (que também traficam) e encontraram algumas jóias que foram reconhecidas por uma juíza da cidade. Sim, é verdade. Na virada de ano, quando a cidade de 40 mil habitantes estava somente com um plantonista na delegacia e uma única viatura da polícia militar fazendo ronda (pra que mais se todo mundo foi viajar? Dããã), os viciados aproveitaram pra “fazer” várias casas e deram o azar de uma delas ser a casa de uma juíza. Não fosse isso, sabe quando a polícia teria feito algo?

Você sabe? Jura? Eu não sei.

Mas como também roubaram a casa da juíza, a polícia fez, prendeu 2 caras com umas porcarias da meritíssima. Dos 2, o “dimaior” com antecedentes ta preso por receptação e trafico, não lembro os artigos. O “dimenor” (na linguagem da polícia e de alguns fazedores de documentários meiaboquééérrimos) entregou quem nos roubou, foi solto no dia seguinte à tarde, roubou outra casa a noite e foi preso logo em seguida e solto no dia seguinte pela manhã, duas prisões e duas liberdades em menos de 48 horas. Papai do céu, eu queria agradecer por que no brasil a gente pode fazer o que quiser enquanto é “dimenor” e ninguém faz nada com a gente e depois que a gente fica “dimaior” ninguém vai saber que a gente matou e roubou.

Hoje ele veio aqui, pra me dizer que não foi ele, pois é meu vizinho. Disse que não “faz casa” na área dele, que só “faz casa” em outros bairros. Disse que sabe quem foi que nos roubou e onde as nossas coisas estão e perguntou se eu quero saber. Lógico que eu disse que não, se ele contou pra polícia, e contou mesmo porque eu tava lá na delegacia e vi, e a polícia não fez nada, de que me interessa essas informações? Sim é verdade, Santa Catarina também é brasil.

Outra hora eu vou escrever sobre as minhas respostas para quando as pessoas (daqui) perguntam o que eu estou achando de sair de São Paulo pra morar aqui, numa cidade pequena e tão diferente. Diferente? Como assim Bial?

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28 comentários em “Como arrombar nossa cidadania
  1. Silvia disse:

    Puts, que chato!

    Fico feliz que esteja de volta, mas chateada pela situação.
    Aonde teremos segurança? E pensar que saindo de São Paulo poderemos ter uma vida tranquila, e descobrimos que a violência está em toda parte. É uma sensação de impotência. O que podemos fazer?
    Chega final de ano, vários assaltantes que estavam cumprindo pena, são soltos por “indulto de Natal” se já não bastasse os que estão soltos, ainda temos essa leva que já sai com com missão certa. Alguns são presos com a mão na massa, e muitos não voltam para os presidios. Será que não era hora de reverem esse indulto?
    Bjsss

  2. Junior, apesar da situação desagradável, sem muito bem vindo. Fim de ano, como a Silvia bem comentou aí acima, tem uma turma braba à solta pelas ruas. Mas o principal motivo desses roubos é a indústria da droga, o viciado que precisa vender qualquer coisa para sustentar o vício.
    CIdades do interior são vulneráreis por uma série de motivos e essa gente está descobrindo isso. Aqui no estado do Rio, todos os batalhões da PM do interior estão desfalcados, já que o governador está mandando metade de seus efetivos para reforçar o policiamento na cidade do Rio.
    A bandidagem que não é besta, faz o caminho inverso, vai para o interior…
    Infelizmente, não existe política de segurança pública neste país. E nem vejo ninguém com idéias úteis ou criatividade para enfrentar esse problema.
    A justiça é morosa e antiguada. A polícia é, literalmente, um caso de polícia mesmo.
    E a população amedrontada se esconde cada vez mais atrás de muros e grades.
    A coisa vai de mal a pior, meu caro.
    Um abração.

  3. Luiza coelho disse:

    Eu vi o que aconteceu no blog da criadora… Meu namorado enquanto morava em são Paulo nunca tinha sido assaltado… quando mudou pra Uberaba (MG) teve o vidro do seu carro quebrado 3 vezes e o som foi levado… numa delas estava a roupa de treino de kendo que eu faço semanalmente… e no meio delas estava o taoro (lenço que põe na cabeça antes de colocar a armadura) que meu namorado tinha me dado… um lenço usado por ele mais de 20 anos e com o qual ele tinha ganhado vários campeonatos… ele tinha me dado porque eu estava começando a lutar… Mas ladrões quando levam as coisas da gente veem como simples computadores (não sabem que lá dentro tê fotos, anos de trabalho, dados, etc), levam máquinas fotográficas com ships cheios de momentos que não voltam mais… levam cds que tê histórias, levam lencinhos que para eles são simples pedaçõs de panos com escritos japoneses em significados… Na época na esperança de talvez esse lencinho não ter sentido pra eles tivesse sido jogado pelo caminho… demos uma volta com o carro sem som e vidro quebrado pelas ruas lá por perto… mas nada… deve ter sido jogado em algum lixo… sabe-se lá onde… ODEIO bandido… já tive até meus cachorros sequestrados aqui em Uberaba ( ainda bem que recuperei…) Dessa vez apareceu um que sabia onde estavam e tivemos que aceitar a informação e buscar… sem polícia… comprando os cahorros de volta… meus cachorros…

    maaaaaaaaaaaaas: tudo serve de lição… nessa vida… por mais piegas que seja… eles não podem levar é nossa vontade de recomeçar (e como recomecei a treina na época de camiseta e calça… sem meu keikoji e hakama e meu taoro… sem poder lutar com armadura)… Lutei… lutei sem armadura pra comprar meu uniforme de novo… ganhei outro lenço… um lenço que segura meu suor de uma luta melhor… luta de mais aprendizado… porque agora to mais esperta um pouco… Moramos num país onde temos que aprender com nossos erros… e com os dos outros tbm. Mas… vivemos felizes… pq nosso ânimo… esse ninguém tira.

    abs de quem conheceu seu blog através do site da criadora… gosto muito dos seus textos!

  4. um conselho (que voce nem pediu): pare de assistir aos csis da vida–deixam a gente com expectativas muito altas e depois, para qualquer caso a gente sempre sabe o que fazer!

    brincadeira…eu tambem adoro o csi e csi ny. mas posso te dizer que aquela sabedoria toda nao e utilizada com frequencia na vida real nem na terra do tio sam…tem um monte de ‘causos’ por aqui que poderiam ter um tratamento diferente, mas como resolucao de crime depende da iniciativa humana ha sempre um monte de fatores que sao desconsiderados, esquecidos, ignorados…nesse ponto se as delegacias e o sistema judiciario funcionasse na base da automotizacao completa (se o delegado fosse um robo, por exemplo) talvez as taxas de criminalidade fossem mais baixas.

    puxa, radicalizei…

  5. Silvia disse:

    Oi, Junior!
    Meu ano também começou com furto. Quebraram o vidro do meu carro, roubaram meus CDs (tenho certeza que odiarão) e a bolsa da minha neta, mamadeiras, etc…. – sei que quem rouba o leite das crianças deve encontrar uma pena bem dura, no futuro. Isso é o que me consola. Preju…. Por isso, ainda estou em 2008. Só vou entrar no ano novo de acordo com o calendário chinês, acho que no dia 29/01.

  6. Yvonne disse:

    Amigo, estou em uma situação parecida com a sua, visto que saí do RJ para morar em Guarapari, que fica no interior do ES. Felizmente o motivo dessa mudança não foi medo de violência, isso ou aquilo e sim a vontade de viver em uma cidade menor sem estresse. Realmente, não temos engarrafamentos, estresses, nem nada parecido. Por outro lado, a violência continua a MESMA. Menor, é verdade, mas a mesma.
    Beijocas
    P.S.: É uma pena que você tenha tido essas perdas.

  7. Bruna disse:

    Junior, e a vontade de bater do “dimenor”??? Onde você colocou??? Que horror!
    A ignorância é uma bênção. Fez muito bem em não querer saber pra onde suas coisas foram parar.

    Os filhotes (não tão filhotes) estão bem? Você não acha que está na hora de arrumar uns 2 ou 3 filas, mais uns 3 ou 4 rottweiler… 😉 hehehe

    Beijo.

  8. Carla disse:

    Já foi o tempo em que a violência era problema das capitais e/ou cidades grandes, né?
    E com o aumento, principalmente, do consumo de drogas pelo país, a coisa ficou generalizada.
    Sinto pela perda de vocês, mas ainda bem que não estavam em casa, a gente não sabe o que poderia ter acontecido…
    Bons fluidos por ai.
    Ah! Não sei se vc sabe, mas mudei o Maçã de endereço, tá?
    Te espero lá.
    Bjo pra ti e pra Bianca.

  9. Você voltou no mesmo dia que eu, rapaz? Bem… Apenas com uma diferença: minha casa não “foi feita”. hhahhauhauhauahuahuahuahua Tem que rir, porque senão a gente mata “esses porra todo”. E com requintes de crueldade, porque dá raiva, e muita!

    E sobre ser diferente… É tudo a mesma coisa. Alguns prós a mais, mas o contra da violência parece não ter lugar onde não tenha chegado. Se brincar, tá melhor que a coca-cola! huauhahuauhahuahuahuahuahauha

    Abração, grande junior.

  10. Junior, lamento pelo que aconteceu na sua casa. Sei perfeitamente como a gente se sente quando se torna vítima de bandidos que estariam muito melhor nos quintos dos infernos.

  11. Carol disse:

    é dose essa “espiral do silêncio” generalizada, né? um não fala porque o outro não fala… e ninguém denuncia.
    admiro sua postura de nem querer saber dos caras. eu sou encrenqueira (coisa de gente de pequena estatura), ia querer saber, ir atrás, dar porrada… uma vez uma empregada lá de casa roubou um mooooooooonte de coisa, me irritou além da perda financeira óbvia a perda da confiança. e também a perda de memórias, de lembranças… fomos na polícia, mas nada deu em coisa nenhuma, claro.
    além desta, fui recentemente furtada por outra diarista, aqui em Brasília. até hoje às vezes procuro algo sem encontrar e fico pensando se ela levou ou não. nem me dei ao trabalho de ir na polícia reclamar de nada.
    fiquem bem.
    bjs.

  12. Flavia Sereia disse:

    Talvez se fosse em são Paulo os bandidos iam entrar com vcs lá dentro, nem ia esperar a casa estar vazia, pelo menos é isso o que vemos nos noticiarios. Pelo menos esse trauma, e sabe-se lá deus mais o que, vocês não passaram, podem ter perdidos alguns bens, mas a integridade fisica vai bem, obrigado hehehe.
    Lamento a perda, mas podia ser pior, já que não foi, graças a deus e a vida segue.

    bjs

  13. joyce disse:

    Realmente, é revoltante. Mas essa história de sair de São paulo, acho que só vale pela qualidade de vida em termos de menos stress etc. A polícia parece que é a mesma.

  14. Luiz André disse:

    É Júnior, não é fácil não. Ano passado também tive minha casa arrombada aqui em Blumenau e por coincidência também por um “dimenor”. Daí nem preciso contar, né ? Ainda bem que não tinha ninguém em casa, dos males os menores, e a seguradora pagou o prejuízo.
    abraços

  15. Norma disse:

    Jr., Fico muito triste em saber que vcs passaram por mais esta tristeza, já não bastasse a tristeza que as enchentes trouxeram.
    Mas mano, a violência esta por toda parte, não adianta mais falar só de Rio e São Paulo. A violência cresce de forma incontrolável e assustadora, e isto se deve a incompetência de nossos governantes, que nada fazem pra mudar coisas básicas, como este “indulto de Natal”, que mais parece um insulto de Natal, pra pessoas de bem que tem que conviver com estas incoerências. E esta lei absurda que da o direito ao “Dimenor” de ser praticamente intocável.. ridículo!!
    Bom, nem preciso te dizer mais nada, a não ser que estou triste e fico preocupada com tudo isto!
    Bom mano que Deus esteja sempre do nosso lado, já que a justiça parece que esta do outro!
    Beijos e bola pra frente…

  16. DO disse:

    Qdo a Bianca contou eu fiquei perplexo,JUNIOR. Até ai??

    Mas é como vc bem disse: aqui é Brasil e isto acontece mesmo e as reações de quem deveria tomar providencias é a mesma: NENHUMA!!

    Quer dizer que o fdp contou tudo pra policia e não fizeram nada com relação ao prejuizo de vcs??

    A coisa ta cada vez mais escachada mesmo.

    Se cuida!!

    Abração!

  17. Lula disse:

    Pô, que chato Jr! Mas não há de ser nada. O importante é que vcs estão todos bem (quer dizer, tirando a bronca que estão sentindo).

    De qualquer forma to feliz que vcs estão de volta sãos e salvos, e devem ter se divertido bastante.

    Abração, geral pelaí.

  18. Lu Souza disse:

    Oi Junior…sempre me chateia ler coisas do tipo, pq parece que estamos de braços e mãos atadas diante dessa violencia e essa falta de respeito com o proximo.
    E “os donos da lei” sempre fazem pouco caso do sofrimento alheio e como você mesmo disse, do arrombamento da nossa cidadania.

    E definitivamente, interior não difere em nada das grandes cidades. Minha família vive em Ilhabela e sempre, sempre, tem casos de furtos a casas vizinhas, muitos seguidos de morte, pois as vezes as vitimas reagem e “os di meores”, assustados, atiram por medo de serem pegos.

    Pelo visto, muitos foram surpreendidos este inicio de ano com os “fazedores de casa” ´né.. Vi que a Criadora de Presentes passou pelo mesmo. Sinto muito.

    Ref ao comentário: 15 anos sem ver sua avó? Caramba, isso é quase a minha vida inteira, ela mora muito longe? rsrsrsr

    Tirando esses problemoões, como foi a sua viagem, as festas, tudo na santa paz? Espero que sim!

    Beijo grande e que 2009 traga pra você só BOAS SURPRESAS!!!!
    Lu

  19. Herika disse:

    Depois de ter minha casa arrombada aqui no Japão (por um brasileiro) entendi que não estamos seguros em lugar nenhum. É revoltante voltar pra casa e ter esse tipo de surpresa. Aqui a polícia fez muito pouco apesar de eu saber quem foi o fdp, o meliante continuou assaltando outras pessoas que conheço.

  20. Luma disse:

    Poxa vida!! Fiquei chateada por vocês! Imagino como estão se sentindo, sem amparo da justiça e com os malfeitores como vizinhos. Estão literalmente: dormindo com o inimigo. Me desculpe o palavreado, todos uns fdp!

  21. raquel a. disse:

    aqui no rio, por mais que seja uma cidade grande e tal, o crack ainda nao chegou com forca total (se compararmos com sao paulo e algumas cidades do sul).

    acho que o povo aqui tem tanto das outras drogas que nem vai atras de “micharia”!

    ps: to com o teclado todo desconfigurado, perdoe-me!

    ps 2: te citei no meu blog!

  22. Tina disse:

    Oi Junior!

    Ai que droga my friend ! Nem mesmo aí – onde a gente achava que estaria tudo tranquilo – ficaram livres disso? Lamento sinceramente por você e Bianca e espero que o episódio não passe em brancas nuvens. “Assim não dá Bial !”…

    beijo grande querido e carinho para Bianca.

    Se cuidem, Ok ?

  23. […] bastante. Enquanto isso, na cidade alguns gatunos colocavam em pratica as técnicas de como arrombar uma casa e levar tudo que tem dentro dela. C’est La […]

  24. Ana disse:

    Inacreditável. Ou melhor (ou será pior?)… totalmente acreditável sim. É Brasil, né? 😦

  25. Diego disse:

    Brow… que coisa chata, cara…

    Por isso deu essa ‘sumida’??? vê se não some mais… tamos sentido sua falta lá…

    Bola prá frente…

  26. Camisinha com textura não pode…

    Dia desses me surpreendi com o Supremo Tribunal Federal (STJ) “coisando” (help me lawyers) jurisprudência ao dizer que um acusado de homicídio (assassinato, cabeção) deveria aguardar o processo em liberdade até que se esgotassem os recursos. …

  27. […] bastante. Enquanto isso, na cidade alguns gatunos colocavam em pratica as técnicas de como arrombar uma casa e levar tudo que tem dentro dela. C’est La […]

  28. […] Nem olhei qual o ranking da BrTelecom no Procon, tenho até medo. O maior problema é que eu não tenho como simplesmente ligar pra eles e dizer: “Cancelem essa Merda”; Banda larga por aqui é com eles ou com eles. Em certos momentos eu me senti tão impotente quanto o dia em que descobrimos como arrombar uma janela. […]

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